Simulador exclusivo para médicos e clínicas

Descubra quanto crédito sua clínica pode captar, e por que tirar do caixa é a decisão mais cara que você pode tomar

Simulação em menos de 1 minuto. Veja sua capacidade estimada de captação, o custo real do financiamento e a comparação honesta com descapitalizar a própria operação.

Passo 1: Simulação

Sua capacidade de crédito

Ajuste os valores abaixo. Os resultados são recalculados em tempo real pela Tabela Price.

A finalidade ajusta o prazo sugerido. Você pode alterar depois.
Considere a média dos últimos 12 meses. Aceita de R$ 50 mil a R$ 5 milhões.
1,30% a.m.
Faixa de referência de mercado. A taxa real depende da análise de crédito e das garantias apresentadas.
120 meses (10 anos)
6 meses
De 3 a 24 meses sem parcela: você começa a pagar quando a operação já está gerando retorno. Durante a carência, os juros são incorporados ao saldo.
Limitado à capacidade estimada da sua clínica.
Usado para traduzir a parcela em procedimentos por mês, a conta que realmente importa.
Sua clínica pode captar até
R$ 0
Finalidade selecionada

Veja sua análise completa

Parcela, comprometimento, custo total e a comparação com tirar do próprio caixa. Tudo liberado em 10 segundos.

Seus dados são usados apenas para a análise. Sem spam.

Parcela mensal
CET anual de referência
Total devolvido ao banco
Total de juros no período
Comprometimento do faturamento com a parcela
Início do pagamento
A parcela traduzida para a sua agenda
Evolução do saldo devedor
Passo 2: A conta que quase ninguém faz

Tirar do caixa vs. financiar

O crédito tem um custo visível: os juros. Descapitalizar a clínica tem um custo invisível: tudo o que esse capital deixaria de produzir dentro da operação.

4,0% a.m.
Margem operacional típica sobre capital de giro em clínicas saudáveis fica entre 2% e 8% ao mês.
Cenário A

Tirar do próprio caixa

  • Sua clínica perde de capital de giro de uma só vez
  • Caixa exposto para folha, impostos e imprevistos
  • O capital retirado para de trabalhar dentro da operação
Rendimento operacional que você deixa de gerar no período
Cenário B

Financiar

  • O capital da clínica permanece intacto e produzindo
  • Investimento diluído em parcelas que cabem no fluxo de caixa
  • Se a operação rende mais que a taxa, o crédito trabalha a seu favor
Custo total do financiamento (juros pagos no período)
Resultado da comparação

O crédito caro que você talvez já pague

O mesmo capital, em linhas diferentes

Custo mensal aproximado de juros para carregar o valor simulado em cada linha, usando faixas públicas de referência de mercado:

Linha de créditoFaixa típica de taxaJuros por mês (aprox.)
Cartão de crédito rotativo10% – 14% a.m.
Cheque especial PJ6% – 8% a.m.
Antecipação de recebíveis / convênios2% – 4% a.m.
Crédito estruturado com garantia0,9% – 1,8% a.m.

Faixas públicas de referência para fins educativos. Não representam oferta ou condição específica de nenhuma instituição. Antecipação de recebíveis é dívida com outro nome: quem antecipa todo mês paga juros todo mês.

Passo 3: Do interesse ao capital na conta

Quem começa a análise hoje, capta primeiro

Operações estruturadas não são crédito de balcão: entre análise e liberação existe um processo. É exatamente isso que garante taxas melhores, e é por isso que o momento de começar é antes da necessidade apertar.

Hoje

Análise inicial

Leitura do perfil da clínica, das garantias disponíveis e da finalidade: a mesma leitura que o comitê do banco fará.

Semanas 2 a 5

Estruturação e pleito

Documentação, tradução dos números para a linguagem do banco e negociação das condições da operação.

Liberação

Capital disponível

Começando a análise agora, o capital pode estar disponível dentro da janela de 30 a 60 dias.

Agende sua análise

Escolha um horário para a análise real

30 minutos, direto ao ponto: capacidade real, garantias e o caminho da estruturação para a sua finalidade.

Análises conduzidas por especialista com 25 anos de mercado financeiro. O lado de dentro do banco, do seu lado.

Passo 3: Onde o crédito trabalha por você

Aplicações estratégicas do capital

Crédito bem estruturado não é dívida: é ferramenta de crescimento. Os usos mais comuns entre clínicas que captam com estratégia:

Equipamentos

Ultrassom, laser, tomógrafo, cadeiras. Tecnologia que aumenta o ticket, habilita novos procedimentos e paga a própria parcela.

Expansão da clínica

Nova sala, nova unidade, reforma. Mais capacidade de atendimento sem interromper a operação atual.

Capital de giro estratégico

Folga para negociar à vista com fornecedores e capturar descontos maiores do que a taxa do crédito.

Marketing e captação

Investimento consistente em aquisição de pacientes com o caixa da operação protegido.

Quitação de dívidas caras

Trocar cartão, cheque especial e antecipações, que têm taxas muito maiores, por uma estrutura mais barata e longa.

Imóvel da clínica

Parar de pagar aluguel e transformar um custo mensal perpétuo em patrimônio próprio.

A simulação mostra o potencial.
A análise real mostra o caminho.

Fale com quem conhece o lado de dentro do banco, do seu lado.

Falar com um especialista

Simulação de caráter educativo. Os valores apresentados são estimativas e não constituem oferta, promessa de crédito ou garantia de taxa ou aprovação. As condições reais dependem de análise de crédito, do perfil da operação e das garantias apresentadas. O CET real inclui tarifas, seguros e demais encargos da operação.

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